1. O Novo Furto Simples (Lei 15.397/2026) e Consumação

O Furto é a subtração sorrateira e limpa. Não há arma apontada à cabeça, não há soco. O criminoso atua reduzindo a vigilância do dono ou aproveitando-se da sua desatenção. Contudo, A LEI MUDOU TUDO EM 2026!

Art. 155, Caput - Subtrair, para si ou para outrem, coisa móvel alheia:
Pena - reclusão, de 1 (um) a 6 (seis) anos, e multa.
(Redação brutalmente agravada pela Lei 15.397/2026).

FIM DO ANPP AUTOMÁTICO PARA O TETO?
Com a Lei 15.397/26, a pena do furto simples subiu de 4 para 6 ANOS no seu limite máximo. Embora a pena mínima continue sendo 1 ano (o que em tese admite Acordo de Não Persecução Penal - ANPP), o aumento do teto carcerário demonstra o "endurecimento populista" do Estado contra a criminalidade patrimonial pandémica. Furtar já não é brincadeira leve.

A TEORIA DA CONSUMAÇÃO (Súmula 582 do STJ):

O Brasil adotou a Teoria da *Amotio* (ou *Apprehensio*).
O crime consuma-se com a mera inversão da posse. A partir do milissegundo em que o ladrão pega no telemóvel e inverte o domínio, o crime está consumado!
Rasteira: NÃO É PRECISO que a posse seja mansa, pacífica ou desvigiada. Mesmo que a polícia veja o roubo a acontecer e capture o larápio 10 metros à frente, o crime já é classificado como Furto Consumado (e não tentado)!

⚡ O FURTO DE USO (Fato Atípico)

Tício vê a bicicleta do vizinho. Ele "pega emprestada" sem avisar, dá uma volta e, 15 minutos depois, devolve a bicicleta no EXATO MESMO LUGAR, intacta.
É crime? NÃO! Falta o "animus rem sibi habendi" (dolo de posse definitiva). O furto de uso, cumpridos os requisitos da devolução rápida e integral no mesmo lugar, é atípico.

2. Repouso Noturno (A Reviravolta do STJ)

Quem furta de madrugada aproveita-se de uma vantagem enorme: as pessoas estão a dormir, a vigilância cai a pique e a escuridão garante a fuga. O legislador mandou agravar a pena.

Art. 155, § 1º - A pena aumenta-se de um terço, se o crime é praticado durante o repouso noturno.
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O QUE AS BANCAS COBRAM?
  • Conceito Relativo: Não é uma hora fixa. Varia consoante os costumes de dormir de cada cidade ou bairro.
  • Estabelecimento Comercial Vazio: O STJ dita que o aumento de 1/3 aplica-se MESMO que o furto seja numa loja fechada ou numa casa vazia! O que agrava o crime é a "diminuição da vigilância natural", e não o facto de haver alguém a dormir na cama.
  • TEMA 1087 DO STJ (A MUDANÇA BRUTAL): Historicamente, este aumento noturno aplicava-se a qualquer furto. Contudo, o STJ reviu o entendimento e CANCELOU a antiga Súmula 567. Hoje, o aumento do Repouso Noturno SÓ SE APLICA AO FURTO SIMPLES! É expressamente proibido aplicar o aumento de 1/3 se o furto for Qualificado (para evitar dupla punição excessiva).

3. Furto Privilegiado vs. Princípio da Insignificância

Muitos candidatos tropeçam na diferença entre o Furto Privilegiado (que é uma condenação reduzida) e a Bagatela (que absolve o criminoso apagando o crime). O STJ (Súmula 511) já pacificou este cenário.

FURTO PRIVILEGIADO (Art. 155, § 2º) PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA (Bagatela)
O crime EXISTE. O réu é condenado e fica com a ficha suja, mas a pena é reduzida de 1/3 a 2/3, ou aplica-se apenas pena de multa.

Requisitos: Réu PRIMÁRIO + Coisa de PEQUENO VALOR (O STJ e STF definem pequeno valor como até 1 Salário Mínimo na época do crime).
O crime DESAPARECE. Afasta-se a tipicidade material. O réu é absolvido e vai para casa livre.

Requisitos (Mnemónico MARI): Mínima ofensividade, Ausência de perigo social, Reduzido grau de reprovabilidade e Inexpressividade da lesão (Valor irrisório, ex: furtar uma caneta de R$ 5,00).

SÚMULA 511 DO STJ (Privilegiado-Qualificado)

O advogado de defesa pede: "Senhor Juiz, o réu partiu a janela da casa (Furto Qualificado), mas é primário e furtou só um rádio de 100 reais (Privilégio). Podemos aplicar os dois?"
A resposta é SIM! É possível a combinação, DESDE QUE a qualificadora seja de ordem OBJETIVA (Modos de agir: destruição de obstáculo, chave falsa, escalada).
Atenção: O abuso de confiança e a fraude são qualificadoras de ordem Subjetiva. Logo, se ele furtou os 100 reais usando abuso de confiança, perdeu o privilégio!

4. Furto Qualificado I: Destruição, Escalada e Destreza

O § 4º do artigo 155 traz as situações em que o bandido eleva a técnica criminal, saltando a pena para 2 a 8 anos de reclusão.

  • Destruição ou Rompimento de Obstáculo (Inciso I): O ladrão parte a fechadura ou racha a janela para entrar.
    Rasteira Letal: Se ele partir o vidro do carro para furtar a mala que estava no banco = FURTO QUALIFICADO. Mas se ele partir o vidro do carro PARA FURTAR O PRÓPRIO CARRO inteiro = A destruição foi contra a própria "res furtiva". Para o STJ, a qualificadora cai, e é FURTO SIMPLES!
  • Escalada (Inciso II): Exige um esforço incomum ou via anormal de entrada. Pode ser saltar um muro alto, usar cordas ou escavar um túnel subterrâneo. (Pular um muro vulgar de 50 cm não qualifica o crime).
  • Destreza (Inciso II): É a arte do "mãos-leves" (Pickpocket). Furtar a carteira do bolso da vítima sem ela sentir absolutamente nada.
    A Tese da Vítima Esperta: Se o carteirista é trapalhão e a vítima sente imediatamente a mão dele e grita pela polícia, a "destreza" falhou e é afastada. Responde por furto simples tentado!

5. Fios de Cobre, Fraude e Chave Falsa (§8º e §4º)

Aqui integram-se as qualificadoras tradicionais com a novíssima punição para os saques de infraestrutura urbana promovida pela Lei 15.397/26.

NOVO FURTO DE ENERGIA/FIOS (Lei 15.397/26 - § 8º):
O roubo diário de fios elétricos e cabos de internet que deixava cidades inteiras às escuras ganhou um parágrafo próprio. O §8º dita que o furto de fios, cabos ou equipamentos de energia, telefonia ou dados tem agora pena de Reclusão de 2 a 8 anos! Acabou a impunidade do furto simples para os ladrões de cobre.

🧠 FURTO MEDIANTE FRAUDE VS ESTELIONATO

Furto com Fraude: O bandido usa a mentira (disfarça-se de funcionário da luz) para distrair a vítima. Quando a vítima vira as costas para ir à cozinha, o bandido SUBTRAI/TIRA o telemóvel da sala. A fraude serve para desviar a vigilância.

Estelionato (Art. 171): O bandido usa a mentira tão bem que é a PRÓPRIA VÍTIMA que enganada lhe ENTREGA o telemóvel de livre vontade, achando que está a fazer negócio. (A vítima é quem entrega o bem).

  • Emprego de Chave Falsa (Inciso III): Gazuas, grampos, arames tortos ou a cópia clandestina da chave original feita sem o dono saber. Nota: Fazer "Ligação Direta" puxando os fios do carro debaixo do volante NÃO configura chave falsa.
  • Concurso de Duas ou Mais Pessoas (Inciso IV): A simples união de duas pessoas para furtar já agrava o crime.

6. A Revolução do § 6º: Celulares, Pets e Gado!

O parágrafo 6º, que antigamente punia apenas o furto de vacas (Abigeato) com pena de 2 a 5 anos, sofreu uma MUTAÇÃO MONSTRUOSA com a Lei 15.397/2026. As bancas de concurso vão explorar este artigo até ao limite!

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O NOVO § 6º: PENA DE 4 A 10 ANOS!

O crime do quotidiano virou um crime pesadíssimo. Se subtrair qualquer um dos itens abaixo, a pena salta para Reclusão de 4 a 10 anos (e extingue qualquer chance de ANPP - Acordo de Não Persecução Penal):

  • Eletrônicos Portáteis: Celulares, computadores ou tablets. (Bater um celular no carnaval agora rende até 10 anos!).
  • Animais Domésticos: O furto do cãozinho de estimação de luxo (pets) deixou de ser furto simples.
  • Semoventes de Produção (Abigeato clássico): Gado, cavalos, ovelhas. (Pena também subiu de 5 para 10 anos de teto).

7. Furto Cibernético, Explosivos e Armas de Fogo

O topo da cadeia alimentar dos furtos. Ações que envolvem alto risco tecnológico ou letalidade desmedida ganharam penas esmagadoras nas atualizações legislativas.

FURTO MEDIANTE FRAUDE ELETRÓNICA (§ 4º-B)

A Lei 15.397/26 aumentou a pena deste crime para Reclusão de 4 a 10 anos! (Antes era 4 a 8).

A Situação: O hacker invade a sua conta bancária via malware, clona o seu cartão de crédito e transfere os fundos do governo ou do seu salário diretamente para a conta dele (a conta laranja).
Diferente do Estelionato (onde a vítima clica enganada), no Furto Eletrónico o criminoso finta o sistema bancário e subtrai o dinheiro passivamente sem a vítima agir.

💣 EXPLOSIVOS E ARMAS DE FOGO (§ 7º)

1. O Uso de Explosivos: Rebentar caixas de multibanco com dinamite. Pena de 4 a 10 anos. Cuidado: É o ÚNICO CASO em que um crime de Furto é carimbado como CRIME HEDIONDO (Lei 8.072/90)!

2. O Furto de Armas (Inovação Lei 15.397/26): O legislador acrescentou o inciso II ao §7º. Agora, subtrair uma Arma de Fogo ou explosivo não é mais furto simples ou mero furto qualificado comum. Tem a mesma pena hiperpesada de 4 a 10 anos de reclusão!

8. Mega Simulado Estratégico (10 Questões Atualizadas 2026)

1. (Delegado / CEBRASPE 2026) Tício, primário, decide furtar um par de tênis (avaliado em R$ 400) durante a madrugada (às 03h00) numa loja de esportes que estava trancada, partindo o vidro da vitrine com uma pedra. No caso, incidirá a majorante do repouso noturno sobre a pena do furto qualificado (rompimento de obstáculo).
  • a) Certo.
  • b) Errado.
Gabarito: Errado. É a grande viragem jurisprudencial recente do STJ (Tema 1087)! A causa de aumento do repouso noturno (§ 1º) **NÃO** se aplica ao furto qualificado (§ 4º), sob pena de violar a proporcionalidade (*bis in idem* normativo). Aplica-se apenas ao furto simples.
2. (Ministério Público / VUNESP 2026) Tício, ciente das vulnerabilidades digitais de segurança pública, acessa remotamente o sistema informático do banco e desvia R$ 50.000,00 de uma conta corrente para a sua, valendo-se de script malicioso, sem que o titular da conta fizesse qualquer transferência. O Promotor de Justiça, fundamentando na recém sancionada Lei 15.397/2026, pedirá a sua condenação sob a pena de:
  • a) Estelionato cibernético, cuja pena base é de 4 a 8 anos.
  • b) Furto qualificado mediante fraude eletrônica (Art. 155, § 4º-B), cuja pena máxima foi endurecida pelo legislador emergencial para a cota de 10 (dez) anos de reclusão (4 a 10 anos e multa).
  • c) Furto Simples qualificado por destreza digital (1 a 6 anos).
Gabarito: Letra B. Sem induzir a vítima a clicar, não há estelionato; é furto digital puro. A Lei 15.397/2026 endureceu a sanção deste crime digital, subindo a pena para o patamar severo de 4 a 10 anos de reclusão!
3. (Juiz de Direito / FCC 2026) O aumento pandêmico de subtrações de animais de estimação para pedidos de resgate e o roubo corriqueiro de telefones móveis motivaram a promulgação legislativa cível penal de 2026. Nos ditames da Lei 15.397/2026, o bandido que for flagrado na rua subtraindo furtivamente o celular de um transeunte ou levando um cão de raça doméstico, deverá responder pelo rito criminal de:
  • a) Furto simples (Art. 155, caput), com a nova pena teto de 6 anos e multa de teto cível.
  • b) Furto qualificado com imposição penal gravosa de reclusão de 4 (quatro) a 10 (dez) anos e multa, estatuído no novo § 6º do Artigo 155, que equiparou e aglomerou no mesmo rol o abigeato de gado produtivo, o furto de animais domésticos (pets) e o furto de dispositivos eletrônicos portáteis (celulares e tablets).
Gabarito: Letra B. Esta é a marca de 2026! O §6º deixou de ser só "roubo de vaca". Agora, levar o iPhone da vítima ou o cão poodle de estimação enquadra-se no mesmo inciso de 4 a 10 anos de cadeia. O furto de celular não é mais "furto simples".
4. (OAB / FGV) Caio caminha na rua e decide levar o carro de Pedro que estava estacionado com as janelas abertas e a chave na ignição. Caio entra no carro, dá uma volta no quarteirão durante 10 minutos por pura diversão e depois devolve o veículo rigorosamente no mesmo local, com o mesmo volume de combustível e sem qualquer avaria. Pedro chama a polícia. Caio cometeu:
  • a) Crime de furto de veículo qualificado pela transposição fática de teto amparado civil.
  • b) FATO ATÍPICO. Resta configurada a mera contravenção civil de Furto de Uso. Como Caio não possuía o "animus furandi" (vontade de usurpar a posse em definitivo), e devolveu o carro rápido, intacto e no mesmo local, a justiça penal absolve a lide liminarmente.
Gabarito: Letra B. O Furto de Uso é o escape das prisões de "roubos por brincadeira". Devolveu rápido, intacto e no mesmo local? O crime some, pois faltou o dolo de furtar para si em definitivo.
5. (PF / Simulado Atualizado) Em blitz policial em área de fronteira liminar estrita, Mévio é pego conduzindo um utilitário cível com material subtraído ilicitamente. Na caçamba, os federais encontram 5 metralhadoras AR-15 (armas de fogo). A defesa invoca a incidência de furto material estrito. Pelas balizas da Lei 15.397/26, subtrair as referidas armas acarreta:
  • a) Furto de uso condicional por força de estilhaçamentos ativos amparados militares isonômicos.
  • b) Furto qualificado pelo § 7º do Art. 155. O legislador, buscando cercear a circulação de arsenais criminosos, acrescentou a "subtração de arma de fogo" no mesmíssimo inciso que pune o furto com explosivos, estipulando pena irredutível de 4 a 10 anos de reclusão.
Gabarito: Letra B. Atenção redobrada: o §7º não é mais só para explosivos! A Lei 15.397/2026 meteu lá dentro as armas de fogo! Subtrair arma agora é crime gravíssimo de 4 a 10 anos.
6. (Polícia Civil / VUNESP) No tocante à teoria da consumação do crime de furto (Súmula 582 do STJ aplicada ao art 155), adotou-se pacificamente no Brasil a teoria da Amotio (ou Apprehensio). Consequentemente, o crime de furto atinge a sua forma consumada perfeita:
  • a) Exclusivamente quando a *res furtiva* sai de vez da esfera de perseguição e o agente consegue a posse mansa e pacífica da coisa nas suas dependências privadas (casa de teto de amparo isonômico).
  • b) COM A MERA INVERSÃO DA POSSE, momento fatídico em que a coisa passa para o domínio físico de controle do agente ilícito, mesmo que seja por um exíguo e breve espaço de tempo e logo em seguida venha a ser perseguido ou preso pela patrulha orgânica fiduciária que o via de longe.
Gabarito: Letra B. Pegou = Consumou! O STJ encerrou o chororô da defesa que pedia "crime tentado" só porque o bandido não conseguiu usar o dinheiro ou porque foi preso dois quarteirões depois. O crime está perfeitamente consumado com a inversão da posse.
7. (Delegado / PC-MG 2026) Visando estancar o terrorismo urbano dos apagões na metrópole decorrentes dos saques contínuos aos patrimônios, a Lei 15.397/2026 tipificou duramente o furto de cabos e estruturas logísticas limitantes atípicas. No caso de subtração dolosa dos "fios, cabos ou equipamentos de energia, telefonia ou dados", a capitulação penal do larápio será estritamente enquadrada em:
  • a) Furto qualificado regido e esculpido no novíssimo § 8º do art. 155 do Código Penal, aplicando-se a pena isolada de reclusão de 2 (dois) a 8 (oito) anos, além de multa aduaneira cível.
  • b) Furto simples agravado perante o perigo coletivo probatório inquiridor mansa passivo de estado.
Gabarito: Letra A. Lei fresquinha de 2026! Quem rouba fio de cobre ou cabo de fibra óptica agora não responde mais por "furto simples com qualificadora de destruição". A lei criou um parágrafo exclusivo (§8º) com pena de 2 a 8 anos! A cadeia será a casa dos vândalos de infraestruturas.
8. (PRF / CEBRASPE) Certo ou Errado: Cidadão infrator e foragido ativo orgânico de lides planeja subtrair a valiosa guitarra de um antiquário de luxo civil fiduciário de praça amparada liminar. Com tal propósito cego estrito de teto, ele usa uma pesada marreta e destrói o vidro blindado da janela e avança para a subtração (rompimento de obstáculo pericial). Como o réu é primário na comarca e a guitarra ostenta pequeno valor venal isolado liminar (inferior a 1 salário), ele detém o direito impositivo ao Furto Privilegiado.
  • a) Certo. O furto qualificado-privilegiado de amparos objetivos tem chancela.
  • b) Errado. O arrombamento cível blinda e exclui as garantias atenuadas de clemência do juízo isonômico orgânico de teto.
Gabarito: Certo. A Súmula 511 do STJ salva a vida de muitos! É perfeitamente compatível você cometer o crime mais grave "Furto Qualificado" com "Rompimento de Obstáculo" (que é uma forma OBJETIVA de praticar o crime) e ganhar o desconto do Furto Privilegiado (por ser primário e roubar coisa de pouco valor). Se a qualificadora fosse de natureza Subjetiva (ex: abuso de confiança), aí sim seria errado.
9. (Magistratura Estadual / FCC) Caio amarga perante os embargos liminares a acusação orgânica fática de teto limitante probatória passiva mansa de escopos. Ele furtou um veículo liminar de estado e conduziu-o passivamente de Curitiba (RJ) até a barreira aduaneira paraguaia contínua estrita de base. Sobre a qualificadora de Transporte para o Exterior/Outro Estado do § 5º, a tese que afasta o crime na modalidade agravada (fazendo-o cair para furto simples) materializa-se inegavelmente caso a polícia o prenda:
  • a) Quando já ultrapassadas ativamente as linhas demarcatórias de fronteira amparadas cíveis de pedágio isonômico inquiridor.
  • b) ANTES da transposição material e física das fronteiras interestaduais ou internacionais. O delito do §5º exige que a "ida para o outro estado" seja efetivamente consumada faticamente. O simples dolo ou intenção de atravessar a aduana com o carro furtado, se travado antes pelas sirenes, qualifica apenas o furto comum, isentando-o do recrudescimento da majorante transnacional de veículos de praça.
Gabarito: Letra B. O Furto de Veículo (§5º) não pune "planos". Se queres o bónus do crime agravado (3 a 8 anos), o bandido TEM QUE CONSEGUIR CRuzar o limite do Estado com o carro roubado. Apanhado no caminho? Pena de furto simples.
10. (Analista de Tribunal / FGV) A estrutura processual do oferecimento fático impulsiona os embargos liminares de relógios cíveis nas atuações das quadrilhas. Tício (o homem aranha) decide escalar pela parte externa contínua do prédio um muro absurdo de três metros fiduciários para penetrar furtivamente num apartamento (Escalada). A qualificadora restou indiciada. Assinale o único caso material de Furto inserido no rol pátrio que detém a coroa fática letalística probatória e processual como CRIME HEDIONDO absoluto (Lei 8.072/90):
  • a) O Furto de Veículos Transnacionais amparados de bases atípicas militares de teto passivo e o ciberfurto orgânico sumário isonômico de resguardo.
  • b) O Furto Qualificado executado mediante o EMPREGO DE EXPLOSIVOS ou de artefactos similares que atestem estritamente o dolo fático de causar "perigo comum" (A técnica terrorista de destruição de caixas eletrônicos multibanco). O legislador penalizou esta modalidade específica trancafiando as chaves dos benefícios, sendo a única variante de furto catalogada e afundada nas valas da hediondez pátria civilística liminar.
Gabarito: Letra B. Fechamos o Módulo com a coroa do crime! Furto NUNCA é hediondo. Qualificado, de noite, celular, gado... Nada disso é hediondo! A ÚNICA E SOLITÁRIA EXCEÇÃO é o furto com explosivo. Meteste dinamite no banco? És criminoso hediondo! Fim magistral deste Módulo Atualizado de 2026!